Vejo o mundo se fechando
Mas quer saber de uma coisa?
Não estou nem afim de abrí-lo para mim
Quero mais criar um mundo apenas meu
Onde eu cresça livremente
Onde os pássaros cantam eternas manifestações
De precisão com as vastas caminhadas
Dadas pelo dono do mundo
Eu, dono do mundo, não estou nem aí
Serei feliz assim apartir de agora
Egoísmo de minha parte?
Pode gastar sua energia
E iluda-se com o coletivismo alheio
Agora, só farão parte desse meu mundo
As pessoas que eu deixar
Com elas sim, me importarei
Se não sou correspondido
Sinceramente, não vai me abalar
Cansei de hipócritas
Meias palavras, ditas ao vento
Querem se achar perfeitas com o mal-dito
Mas são apenas "fracotes", inferiores
Não admitem seus erros
E quando vêem que outro errou
Já vai logo tirar satisfação
Quer saber de uma última coisa?
Acabo de criar meu mundo
Quer entrar!? Faça por onde
Alguns já estão nesse meu novo mundo
E por eles, sou capaz de dar a vida
O valor de uma pessoa está
Nos seus pensamentos e atitudes
Quem está nesse meu novo mundo
Dou-lhes Boas-Vindas, vocês estão em casa...
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
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